Hoje em dia a maior parte dos cursos de interpretação - que não são especificamente de interpretação de conferências (bacharelatos, licenciaturas, cursos intensivos) estão concebidos com essa esfera de mercado em mente.
Infelizmente a formação oferecida por esses cursos raramente é feita por profissionais que a praticam realmente o que torna difícil a adequação da formação à realidade.

A interpretação nos tribunais é uma forma de interpretação cada vez mais necessária nos dias de hoje. O mesmo se aplica junto dos serviços de estrangeiros, de notariado, etc.
Em certos países esta forma de interpretação está regulamentada e os profissionais que a exercem têm que prestar provas, findas as quais lhes é conferido o título de "intérprete ajuramentado".

Guias-intérpretes:
Esta actividade está regulamentada na maioria dos países e goza duma formação específica. No fim da formação a pessoa é certificada e só pode exercer essa actividade se dispuser de "carteira profissional". Em Portugal, por exemplo, as condições de trabalho são negociadas pelos Sindicatos que representam estes Profissionais do Turismo. O seu mercado é maioritariamente nacional. Um intérprete de conferência não é um guia-intérprete. Estes últimos ocupam-se exclusivamente do património.
 

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